Álbum: Voz da Palavra · Livro: Juízes · Testamento: Antigo · Estilo: Heavy Metal
Ó Senhor Deus, peço-te que te lembres de mim, e dá-me força só esta vez. — Juízes 13–16
Deus pode usar a fragilidade humana para manifestar sua glória. Mesmo após quedas, há restauração para quem volta o coração ao Senhor.
(INTRO - voz baixa, tensa) Escolhido antes de nascer… Separado pra vencer… Mas até o mais forte pode cair… Se esquecer de quem o fez… (VERSO 1 — O CHAMADO) Promessa no ventre, milagre anunciado, Anjo falou: “Esse filho é separado” Nazireu desde cedo, propósito traçado, Mas destino não segura um coração desalinhado Sem vinho, sem corte, consagração total, Deus marcando um homem pra vencer o mal Mas entre o chamado e viver o ideal… Existe escolha — e ela é pessoal (PRÉ-REFRÃO) Quando o Espírito vinha… ninguém segurava Força que o mundo inteiro não explicava Mas não era dele… nunca foi assim Era Deus operando dentro de mim (REFRÃO) Não era o cabelo — era Deus em mim Quando eu me afastei… eu me perdi de mim Se Ele está comigo, eu posso vencer Mas longe da presença… eu deixo de ser Não é minha força, não vem de mim É só dependência até o fim Se eu esqueço a fonte, eu caio também Porque longe de Deus… não sou ninguém (VERSO 2 — AS VITÓRIAS) Leão na estrada — rasguei com a mão Força absurda, sem explicação Exércitos caindo, um contra multidão Queixada na mão — vitória na missão Portões arrancados, cidade no chão, Medo mudando de lado, eu vi na reação Mas vitória demais sem vigilância… Vira palco pra autoconfiança (PRÉ-REFRÃO 2 — ALERTA) Forte por fora… fraco por dentro Brincando com o erro, testando o limite lento Cada escolha errada, um passo no escuro Quem flerta com a queda… já perdeu o futuro (VERSO 3 — A QUEDA DALILA) Olhar sedutor, palavras suaves, Mas por trás do sorriso, intenções instáveis Ela queria o segredo — eu quis confiar Quem brinca com o risco… aprende a perder tudo no final Mentiras contadas, mas fui revelando, Chegando mais perto do fim, me entregando Até que eu falei… o que não podia dizer E no silêncio da noite… eu comecei a perder Tesoura na mão — aliança quebrada Cabelo no chão — presença retirada E o pior não foi a força ir embora… Foi não perceber que Deus já não estava (REFRÃO - MAIS FORTE) Não era o cabelo — era Deus em mim Quando eu me afastei… eu me perdi de mim Se Ele está comigo, eu posso vencer Mas longe da presença… eu deixo de ser Não é minha força, não vem de mim É só dependência até o fim Se eu esqueço a fonte, eu caio também Porque longe de Deus… não sou ninguém (BRIDGE — REDENÇÃO) Olhos fechados… mas agora eu vejo Que sem Tua presença eu não sou o mesmo No fundo da dor, nasceu oração Quando tudo acaba… começa a redenção Meu cabelo cresce… mas não é sobre mim É sobre Tua graça me alcançar no fim Se ainda me ouve… me dá só mais uma vez Não pela minha força… mas por quem Tu és (CLÍMAX — FINAL) Colunas nas mãos, multidão ao redor Último fôlego, último clamor “Senhor, me fortalece…” — foi o que eu pedi E uma última vez… Tua força veio a mim O templo caiu, o chão estremeceu Na minha fraqueza… Teu poder venceu Se a vida foi falha, o final foi fiel Porque quem volta pra Deus… nunca cai só no papel (OUTRO - FIXAÇÃO) A força vem de Deus… Nunca de mim… A força vem de Deus… Até o fim…